Tuesday, March 24, 2009

A Viagem no Tempo


Num dia ensolarado
Estava a brincar com o meu cão
Vi uma máquina extraordinária
E ele disse “ ão, ão ”.

Fomos lá para dentro,
Carreguei no botão.
Fomos numa viagem no tempo.
Ai, esqueci-me! Chamo-me João.

De repente aquilo parou.
O meu cão suou.
De seguida saímos,
E depois partimos.

Nós estávamos no Egipto.
Encontrámos lá um pito.
Foi um desejo realizado.
A seguir, comemos um gelado.

O Egipto é muito quente.
A escaldar, frente-a-frente,
Ali não baila toda a gente,
Pois é mesmo, mesmo quente.

Sabem que faraó conheço?
É o grande Ramsés II.
Sabem que era um faraó bondoso?
O templo dele é mesmo famoso.

Conhecem as pirâmides de Gizé?
O que é, o que é?
São as maiores pirâmides presentes,
Mas são muito, muito quentes.

Vi múmias ao entrar,
Nas pirâmides de Gizé.
Vê-se que não são bonitas
Mas estavam ali ao pé.

As pinturas na parede
São mesmo engraçadas.
É uma história antiga,
Mas sem palhaçadas.

A antiga escrita dos egípcios
Eram os hieróglifos.
São desenhos, pictogramas,
Mas com imagens, sem elfos.

Alexandria tem um farol,
Situa-se na ilha de Pharos,
Farol vem de Pharos,
São faróis mesmo claros.

Os egípcios têm deuses.
Existem mesmo muitos.
Cada um tem uma função,
E todos têm bom coração.

Construíram belas pirâmides,
Mesmo muito, muito grandes.
Montes de blocos lá estão,
Uns em cima, outros no chão.

Também erguiam obeliscos,
Com muitos, muitos riscos.
Bicudinhos eles são,
Vão do céu ao chão.

Os egípcios não tinham papel
Mas sim o papiro.
É muito difícil de fazer
Mas depois fica giro.

Belas obras vão fazer,
Mas para isso é preciso aprender.
Ficam mesmo muito giras,
Também ficam com muitas tiras.

Muitas cobras lá existem,
Venenosas elas são,
Quando vi uma delas,
Assustou-se o meu cão.

Embora sejam venenosas,
E também perigosas,
Medo delas não tenho,
Até são espantosas.

Quando forem ao Egipto,
Tudo vão imaginar,
De animais pequenos como o pito
A um elefante de espantar.

Esta viagem que fizemos
Nunca mais a esqueceremos.
O Egipto é mesmo belo,
Concorda o meu amigo Nelo.


João Pedro

Monday, March 2, 2009

O rato e o chinelo



Era uma vez um rato que encontrou um chinelo bem fofinho e ficou lá a morar. Aquela iria ser a melhor casa para um rato viver.
Um dia, foi para casa e estava à porta uma ratinha com uma saia e um laço na cabeça. O rato convidou-a para jantar e ir ao cinema. A ratinha aceitou o convite do rato. O jantar era um jantar como os dos reis: havia leitão e vinho. Na mesa havia, para enfeitar, velas acesas e flores. Quando acabaram de comer foram ao cinema ver o filme “Romeu e Julieta”. Eles gostaram muito de ver aquele filme. Então, o rato pediu à ratinha para ser sua namorada. A ratinha aceitou.
O rato era um bom namorado. Ele era gentil, bondoso, gracioso e bem comportado. O rato, um dia, viu que a ratinha era como ele. A ratinha era: gentil, bondosa, graciosa e era bem comportada. O rato não aguentou ser namorado dela e quis casar com ela. Ele pediu a ratinha em casamento e a ratinha aceitou.
Então, o rato percebeu que o chinelo é que lhe tinha dado sorte. O rato e a ratinha foram muito felizes e tiveram muitos filhos que também eram bem comportados, graciosos e gentis.
Carolina F.

Thursday, February 19, 2009

O Carnaval

O Carnaval está a chegar.
Já se vêem meninos brincar
e preparar os fatos
para quando o dia chegar
irmos todos festejar.
O Carnaval vem aí.
O que é bom é rir.
E vamos todos cantar
para os pais alegrar.
As meninas têm serpentinas,
máscaras e pinturas.
Também têm papelinhos
para atirar aos rapazinhos.

Inês

Carnaval

Há Carnaval
no paraíso tropical.
Todos a bailar
e eu a cantar.

Há palhaços e princesas
lá fora a brincar,
a sorrir e a sonhar.
Vai ser uma alegria desfilar.

Em Portugal é Carnaval.
Sempre a cantar,
é uma alegria dançar.

Joana
Dactilografia: Constança, Rita e Inês.

Wednesday, February 18, 2009

O Carnaval

Hoje é dia de Carnaval.
Vamos todos festejar.
Os fatos vamos vestir,
E todos, todos sorrir.

Vamos brincar ao Carnaval,
Vamos rir e saltar
Pois estão palhaços a chegar.

Vamos soprar serpentinas,
Vamos todos festejar.
Quando chegarem os palhaços
Vamos todos brincar.

Fatos variados
com imensas cores.
Para a rua vamos
Cantar e saltar
Sem nenhumas dores.

Máscaras e fatos
É o que estamos a ver.
Rimos e saltamos
Para fitinhas ter.

Carros na estrada estão
Com pessoas animadas.
Vamos todos festejar
E cantar nas estradas.

Cardadores e bonequinhos
Todos aos saltinhos.
Fadinhas e bruxinhas
Todas bem bonitinhas.

Outros vamos assustar
Com fatos de terror,
Mas não é isso que queremos
Pois não há nenhum horror.

Rita

Monday, February 16, 2009

O Carnaval


Os fatos temos,
já prontos a vestir.
As serpentinas trazemos,
vai ser só rir.

É um dia especial.
É dia de brincadeira.
Não há outro dia igual,
pois é Carnaval.

Há crianças mascaradas
de rei ou princesa.
Algumas de fadas,
de pirata ou chinesa.

Os confetis querem sair
dos seus sacos fechados.
Querem-se divertir
até estarem cansados.

Os meninos têm máscaras
de cartão ou de papel.
Algumas são más
e eu puxo-lhes o cordel.

Já é hora de desfilar.
Lá vão eles mascarados,
pela estrada a caminhar
até ficarem cansados.

Jéssica

(Dactilografado por Constança e João Pedro.)

Carnaval


O Carnaval vai chegar.
O chão colorido vai ficar.
As pessoas vão brincar.
Com as serpentinas
vamos jogar.

Fatos novos vamos ter,
saltar e correr ...
E o Carnaval iremos ter.

E no fim do dia vamos contar
aos pais coisas de encantar.
Vamos festejar o Carnaval
Que iremos ter.

Vamos recordar
este dia de Carnaval.
Histórias vamos ler
com o tema que estamos
a fazer.

Constança

Leitura Acompanhada

Durante a semana passada, lemos um livro chamado Vem aí o Zé das Moscas e outras Histórias. Na contracapa aparece o Zé das Moscas e um texto com elogios ao autor. Também diz que algumas histórias são em prosa e outras em verso, "umas mais ingénuas, outras mais maliciosas". As ilustrações são muito engraçadas. Este livro é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura e pertence à Biblioteca do Agrupamento de Escolas da Gafanha da Nazaré.
A primeira história que lemos chamava-se Vem aí o Zé das Moscas. Lemos um de cada vez um pouco da história e a professora também leu um bocadinho. Depois de a lermos construímos um poema, baseado no texto em prosa.
A segunda história chamava-se A Nau Catrineta que tem muito que contar e tinha muitas estrofes. Falámos dos Descobrimentos e de como era difícil navegar no mar.Também usámos versos do poema para trabalhar o grau superlativo relativo de inferioridade.
A terceira história chamava-se Dom Pimpão Saramacotão e o seu Criado Pimpim. Interpretámos a história e dissemos o que pensávamos sobre ela, num pequeno texto escrito.
A quarta história chamava-se Maria Rosa e os Sete Veados Barbudos. Recolhemos os adjectivos mais interessantes e invulgares do texto e construímos frases com eles.
A última história chamava-se Toca que toca dança que dança. No fim de a lermos fizemos um texto (este texto) em que contámos todo o trabalho que tínhamos feito depois da leitura das várias histórias.
Rita, Dulce, Inês e João Pedro
Eu gostei muito deste livro e acho que qualquer criança o pode ler para mais aprender.
Rita

No Baú do Carnaval

No baú do Carnaval,
há brincadeira sem igual.

Máscaras não hão-de faltar,
caretas de rir e de assustar.

No baú do Carnaval,
há confetis pequenos, é normal.

Muito lindas, as serpentinas
vão com cores de meninas.

No baú do Carnaval,
há uma festa anormal.

Dançam todos os mascarados
e há muitos engraçados.

Ana Maria

Carnaval

Palhaços e índias,
tudo é fantástico.
Comigo a bailar,
vai ser uma alegria dançar.

Eu adoro o Carnaval,
sempre a brincar.
Num paraíso tropical.
Sempre a cantar.

Eu, no Carnaval,
estou sempre a brincar.
Vou cantar até me cansar.

Dulce